Recentemente uma avaliação não muito clara e critérios não estabelecidos em contrato didático comoveu-me profundamente. A mestra acreditou na capacidade intelectuale cognitiva íntima e interior e emocionalmente causa uma avalaição errônea a meu fazer a aprender.
Vamos lá a atividade manuscrita de punho próprio realizada em sala de um "rascunho" com dez pensadores distintos na ponta da tecnologia educacional de cabeça sem consulta foi realizada e entregue em sala.
Devolvida no segundo encontro e apenas vistada sem assim sem nota avaliativa.
Neste encontro ficou acertado a mudança de data de aula para favorecer a mestra e o calendário da instituição superior. Tudo assindao e concordado, ocorre que são duas presenças bem claras e registradas em assinaturas de próprio punho.
No terceiro encontro entrega do material com cópias do projeto e rascunho da monografia ou trabalho de conclusão de curso, com a devida apresentação em sala.
Não realizei e com isto não compareci neste imprtante momento de aprendizagem.
Posterior contato via email, departamento, centro de pós graduação e com a mestra fiquei no prazo legal para entrega no máximo em 9 dias úteis e sendo este no regimento interno de 15 dias conforme regulamento da instituição.
Alcancei sua presença e entreguei em mãos encardenado e com isto fui agraciado com sua figura e lindo sorriso.
Pelo departamento deveria registrar presença em novos encontros e cursos posterior ao ocorrido para registro de novo calendário e atividades.
Como sou muito participativo em sala de aula causaria novos momentos inflamados de debates e com isto a mestra surpreendeu-se com a própria avaliação.
Agora resta-nos aguardar o esclarecimento dos fatos é uma pena para um curso, instituição e desagradável este tipo de avaliação.
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