Recentemente uma avaliação não muito clara e critérios não estabelecidos em contrato didático comoveu-me profundamente. A mestra acreditou na capacidade intelectuale cognitiva íntima e interior e emocionalmente causa uma avalaição errônea a meu fazer a aprender.
Vamos lá a atividade manuscrita de punho próprio realizada em sala de um "rascunho" com dez pensadores distintos na ponta da tecnologia educacional de cabeça sem consulta foi realizada e entregue em sala.
Devolvida no segundo encontro e apenas vistada sem assim sem nota avaliativa.
Neste encontro ficou acertado a mudança de data de aula para favorecer a mestra e o calendário da instituição superior. Tudo assindao e concordado, ocorre que são duas presenças bem claras e registradas em assinaturas de próprio punho.
No terceiro encontro entrega do material com cópias do projeto e rascunho da monografia ou trabalho de conclusão de curso, com a devida apresentação em sala.
Não realizei e com isto não compareci neste imprtante momento de aprendizagem.
Posterior contato via email, departamento, centro de pós graduação e com a mestra fiquei no prazo legal para entrega no máximo em 9 dias úteis e sendo este no regimento interno de 15 dias conforme regulamento da instituição.
Alcancei sua presença e entreguei em mãos encardenado e com isto fui agraciado com sua figura e lindo sorriso.
Pelo departamento deveria registrar presença em novos encontros e cursos posterior ao ocorrido para registro de novo calendário e atividades.
Como sou muito participativo em sala de aula causaria novos momentos inflamados de debates e com isto a mestra surpreendeu-se com a própria avaliação.
Agora resta-nos aguardar o esclarecimento dos fatos é uma pena para um curso, instituição e desagradável este tipo de avaliação.
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
O trabalho
O trabalho é a invenção mais intencional e ética criado por homem e mulher incapazes de fazer e executar tarefas. Preferem pagar mal e criticar o meia boca realizado. Os vendedores de ilusão esqueçem de um fundamento principal olho no olho, honestidade e postura ética. Segundo fundamento a capacidade de ter culhões para suportar a parada e acreditar na equipe onde situa-se o trabalho. Um exemplo muito recente forem os 33 chilenos no meio do buraco do tatu no deserto do Atacama. Enquanto os engenheiros projetam um buraco e uma capsula os parentes matavam -se por aparecer na mídia internacional. O resultado a mineradora está quebrada e sai ilesa do episódio, o preço do cobre dispara nas bolsas de mercadorias internacionais e os mineiros para variar levam a pior. A fase de implantação de qualquer projeto é um absurdo e caos coletivo onde os valores profissionais afloram e os incautos encostam para os outros o labore inicial. No final na hora das fotos começa a confusão do" fui eu que fiz ", "minha idéia", e "implementamos em vários ambientes". Entretano a verdade é clara pode até ser o "dono" do trabalho realizado, receber os prêmios e benesses da meritocracia de um sistema burro. A coragem de assumir o "roubo" da idéia e quem realmente colocou a mão na massa é que "são elas". Por isso deixo seu protesto e reflexão para saber os trabalahdores só levam a pior carregam o mundo nas costas, lavam, passam e enxugam entretanto nos palácios de granito permanece os ricaços incapazes de limpar a sujeira moral e a falta de ética. Nem que dessem o maior premio em troca de uma certa quantia ainda não valeria a pena. "pelo mesmo motivo eu tentei" sorte sua. Enquanto você trabalha existe dez brasileiros que não fazem nada e vivem do mesmo jeito numa boa e sabem levar a vida de boa sem trabalhar. Ganham os vales morais e daí afinal alguém tem que trabalhar.
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